Nos dias atuais que vivemos hoje quase não se vê em um grande jornal é uma reportagem, a reportagem aos poucos esta sumindo dos grandes jornais por gastar muito dinheiro na sua investigação, tomar muito tempo do profissional e o jornal tem que ceder um grande espaço para publicar essa matéria,espaço este que poderia esta sendo empregado em outras noticias menores e rendendo muito mais dinheiro ao jornal.
Essa fato vem ocorrendo depois que jornalistas aprenderam usar fotos para ilustrar suas matéria, muita das vezes o profissional escreve pouca coisa pelo simples fato da foto que ele esta utilizando para ilustrar a sua matéria dizer muita coisa e contar detalhes que ele já maiôs poderá contar.
Esse fenômeno esta tomando conta da maioria dos jornais de grande circulação,pelo fato do leitor não ir direto a matéria e sim ele procura em primeiro lugar pela foto e depois ele vai ler a reportagem muitas das vezes esse mesmo leitor nem que saber da matéria ou da reportagem ele só vê a foto a já dedus tudo o que esta escrito na matéria.
Como este fenômeno esta tomando conta dos jornais impresso hoje em dia alguns estudiosos e jornalista começam a estudar esse caso dos jornais não darem espaço mais para grandes matéria e sim só para pequenas reportagens o jornalista Antonio Carlos Fon em entrevista para o livro “Jornalismo Investigativo” disse: “foi a prioridade para matérias curtas e com números reduzidos de informação”
Para o também jornalista Nelson Chiuffa do jornal “Bom Dia” da cidade de Itabira e com tiragem para João Monlevade e médio Piracicaba “os jornais hoje só pensam no seu lucro eles não querem mais saber de ter uma boa tiragem nas bancas com boas matérias, os donos dos jornais só querem saber de fechar grandes contratos com boas empresas, por que são elas que mantem o nosso jornal vivo e para fechar grandes negócios o jornal tem que ter noticia seja ela qual for”
Marcondes filho define bem esse fenômeno fotografia que esta tomando muito espaço nos jornais para se escrever uma boa matéria investigativa para ele “a qualidade da imagem impõe-se como um modelo estético. A fascínio da imagem é definido como critério principal e passa a ditar a hierarquia da comunicação. Primeiro, uma cena perfeita, depois um texto, um narrativa, uma noticia”.
Para o jornalista
quinta-feira, 14 de junho de 2007
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