Nos dias atuais que vivemos hoje quase não se vê em um grande jornal é uma reportagem, a reportagem aos poucos esta sumindo dos grandes jornais por gastar muito dinheiro na sua investigação, tomar muito tempo do profissional e o jornal tem que ceder um grande espaço para publicar essa matéria,espaço este que poderia esta sendo empregado em outras noticias menores e rendendo muito mais dinheiro ao jornal.
Essa fato vem ocorrendo depois que jornalistas aprenderam usar fotos para ilustrar suas matéria, muita das vezes o profissional escreve pouca coisa pelo simples fato da foto que ele esta utilizando para ilustrar a sua matéria dizer muita coisa e contar detalhes que ele já maiôs poderá contar.
Esse fenômeno esta tomando conta da maioria dos jornais de grande circulação,pelo fato do leitor não ir direto a matéria e sim ele procura em primeiro lugar pela foto e depois ele vai ler a reportagem muitas das vezes esse mesmo leitor nem que saber da matéria ou da reportagem ele só vê a foto a já dedus tudo o que esta escrito na matéria.
Como este fenômeno esta tomando conta dos jornais impresso hoje em dia alguns estudiosos e jornalista começam a estudar esse caso dos jornais não darem espaço mais para grandes matéria e sim só para pequenas reportagens o jornalista Antonio Carlos Fon em entrevista para o livro “Jornalismo Investigativo” disse: “foi a prioridade para matérias curtas e com números reduzidos de informação”
Para o também jornalista Nelson Chiuffa do jornal “Bom Dia” da cidade de Itabira e com tiragem para João Monlevade e médio Piracicaba “os jornais hoje só pensam no seu lucro eles não querem mais saber de ter uma boa tiragem nas bancas com boas matérias, os donos dos jornais só querem saber de fechar grandes contratos com boas empresas, por que são elas que mantem o nosso jornal vivo e para fechar grandes negócios o jornal tem que ter noticia seja ela qual for”
Marcondes filho define bem esse fenômeno fotografia que esta tomando muito espaço nos jornais para se escrever uma boa matéria investigativa para ele “a qualidade da imagem impõe-se como um modelo estético. A fascínio da imagem é definido como critério principal e passa a ditar a hierarquia da comunicação. Primeiro, uma cena perfeita, depois um texto, um narrativa, uma noticia”.
Para o jornalista
quinta-feira, 14 de junho de 2007
O mal dos esteroides anabolizantes
Os esteróides anabolizantes (bombas) são derivados sintéticos do hormônio testosterona, cujo efeito no aumento da musculatura esquelética atrai jovens, na grande maioria homens, abaixo de 30anos. O uso e abuso entre os adolescentes vêm crescendo. Entre os principais motivos que levam a iniciar o uso de anabolizantes estão a baixa-estima, inadequação social.
O jovem passa admirar e desejar um corpo mais forte na esperança de aumentar sua auto confiança e passar a ser admirado e respeitado entre seus amigos e familiares.
O uso destas substâncias, com o decorrer do tempo vai deixar o corpo do atleta bem mais bonito e com mais resistência para um determinado exercício. Mas com o tempo, também vão aparecer vários tipos de doenças decorrentes destas substancias, como diz o médico geral Abrão Osta. “Os principais sintomas são; tremores, acne severa, retenção de líquidos, dores nas juntas, aumento da pressão sangüínea, DHL baixo (a forma boa do colesterol), icterícia e tumores no fígado. Além desses, aqueles que se injetam ainda correm o perigo de
compartilhar seringas e contaminar-se com o vírus da Aids ou hepatite”.
Alguns jovens falam que é comum o comércio destas drogas em academia e o consumo é muito alto entre eles. A grande maioria que consome estas substancias usa sem consultar um médico ou pelo simples fato de ganhar um aumento na massa muscular muito rápido de que o tempo pré-determinado. Outro fator que leva os jovens a usar esses tipos de droga são os próprios colegas de academia, que recomendam estes esteróides falando que já usaram e eles nada aconteceram a não ser estar com um corpo cada vez maior. O aluno Ronei de Freitas, freqüentador de academia desde 1999, diz que neste seis anos de academia já usou de tudo, desde suplementos alimentares até esteróides para engordar suíno.
Os anabolizantes possuem vários usos clínicos, nos quais sua função principal é a reposição da testosterona nos casos em que, por algum motivo patológico, tenha ocorrido um déficit. Em alguns tratamentos os médicos recomendam os esteróides aos casos de osteoporose, fraqueza muscular generalizada e em alguns de tratamentos de adolescentes. Contudo, seus efeitos colaterais, mesmo em casos de controle médico, devem ser estudados com cautela.
O fisioterapeuta Rômulo Ferron fala um pouco sobra a abstinência desta droga no corpo do atleta quando este já é bastante viciado.”Usuários, freqüentemente, tornam-se clinicamente deprimidos quando param de tomar a droga. Um sintoma de síndrome de abstinência que pode contribuir para a dependência. Ainda podem experimentar um ciúme patológico, extrema irritabilidade, ilusões podendo ter uma distorção de julgamento em relação a sentimentos de invencibilidade, distração, confusão mental e esquecimentos”.
Atletas, treinadores físicos e mesmo médicos relatam que os anabolizantes aumentam significantemente a massa muscular, força e resistência. Apesar dessas afirmações, até o momento não existe nenhum estudo científico que comprove que essas drogas melhoram a capacidade cardiovascular, agilidade, destreza ou performance física como afirmam os atletas que fazem uso destas substancias.
Os esteróides anabolizantes podem ser tomados na forma de comprimidos ou injeções e seu uso ilícito pode levar o usuário a utilizar centenas de doses a mais do que aquela recomendada pelo médico. Freqüentemente, combinam diferentes esteróides entre si para aumentar a sua efetividade. Outra forma de uso dessas drogas, é toma-las durante 6 a 12 semanas, ou mais e depois parar por várias semanas e recomeçar novamente.
O jovem passa admirar e desejar um corpo mais forte na esperança de aumentar sua auto confiança e passar a ser admirado e respeitado entre seus amigos e familiares.
O uso destas substâncias, com o decorrer do tempo vai deixar o corpo do atleta bem mais bonito e com mais resistência para um determinado exercício. Mas com o tempo, também vão aparecer vários tipos de doenças decorrentes destas substancias, como diz o médico geral Abrão Osta. “Os principais sintomas são; tremores, acne severa, retenção de líquidos, dores nas juntas, aumento da pressão sangüínea, DHL baixo (a forma boa do colesterol), icterícia e tumores no fígado. Além desses, aqueles que se injetam ainda correm o perigo de
compartilhar seringas e contaminar-se com o vírus da Aids ou hepatite”.
Alguns jovens falam que é comum o comércio destas drogas em academia e o consumo é muito alto entre eles. A grande maioria que consome estas substancias usa sem consultar um médico ou pelo simples fato de ganhar um aumento na massa muscular muito rápido de que o tempo pré-determinado. Outro fator que leva os jovens a usar esses tipos de droga são os próprios colegas de academia, que recomendam estes esteróides falando que já usaram e eles nada aconteceram a não ser estar com um corpo cada vez maior. O aluno Ronei de Freitas, freqüentador de academia desde 1999, diz que neste seis anos de academia já usou de tudo, desde suplementos alimentares até esteróides para engordar suíno.
Os anabolizantes possuem vários usos clínicos, nos quais sua função principal é a reposição da testosterona nos casos em que, por algum motivo patológico, tenha ocorrido um déficit. Em alguns tratamentos os médicos recomendam os esteróides aos casos de osteoporose, fraqueza muscular generalizada e em alguns de tratamentos de adolescentes. Contudo, seus efeitos colaterais, mesmo em casos de controle médico, devem ser estudados com cautela.
O fisioterapeuta Rômulo Ferron fala um pouco sobra a abstinência desta droga no corpo do atleta quando este já é bastante viciado.”Usuários, freqüentemente, tornam-se clinicamente deprimidos quando param de tomar a droga. Um sintoma de síndrome de abstinência que pode contribuir para a dependência. Ainda podem experimentar um ciúme patológico, extrema irritabilidade, ilusões podendo ter uma distorção de julgamento em relação a sentimentos de invencibilidade, distração, confusão mental e esquecimentos”.
Atletas, treinadores físicos e mesmo médicos relatam que os anabolizantes aumentam significantemente a massa muscular, força e resistência. Apesar dessas afirmações, até o momento não existe nenhum estudo científico que comprove que essas drogas melhoram a capacidade cardiovascular, agilidade, destreza ou performance física como afirmam os atletas que fazem uso destas substancias.
Os esteróides anabolizantes podem ser tomados na forma de comprimidos ou injeções e seu uso ilícito pode levar o usuário a utilizar centenas de doses a mais do que aquela recomendada pelo médico. Freqüentemente, combinam diferentes esteróides entre si para aumentar a sua efetividade. Outra forma de uso dessas drogas, é toma-las durante 6 a 12 semanas, ou mais e depois parar por várias semanas e recomeçar novamente.
terça-feira, 12 de junho de 2007
Edificios mal planejados
O sonho de qualquer pessoa comum é ter a sua casa própria,a grande maioria dessas pessoas preferem comprar suas casas ou apartamentos em grandes condomínios residenciais pela comodidade de nunca estar “sozinho” ou pela segurança de sempre contar com um vizinho para qualquer imprevistos, mas mal sabem os problemas que tem por trás disso tudo ao morar em um condomínio com milhares de pessoas.
Um do fatores principais que levam uma pessoa que mora em um condomínio se queixa de outra e o barulho que esta outra pessoa faz o DR. Waldir Arruda Miranda diz “Um dos principais problemas da vida em condomínios prediais é conviver com o barulho produzido pelos vizinhos. O que muita gente não sabe é que a causa pode ser a própria estrutura da edificação: falta de isolamento acústico adequado nos apartamentos.”ele fala em sua entrevista que os prédios construídos hoje são prédios bastante pequeno e muito próximo um do outro fazendo assim que um ruído acaba passando para outro apartamento ate mesmo sem essa pessoa querer pela falta de planejamento do edifício.
Miranda aprofundou-se nos conflitos causados por ruídos excessivos, e pesquisou as leis e decisões judiciais brasileiras sobre o assunto. Assim, juntou material que abrange desde problemas entre vizinhos ate os incômodos causados por bailes carnavalescos. Segundo Miranda; “Não precisamos conviver com o barulho, e temos recursos para lutar. Mas o direito não cai no colo de ninguém. É preciso buscar por ele.".Muitas pessoas hoje que moram em apartamento estão passando por isso e mal sabem elas que elas tem uma lei a favor delas para ajudá-las a resolver esse problema ensurdecedor. O Tribunal de pequenas causas vem realizando por mês no mínimo duas audiências sobre o assunto. Hoje para você mover uma causa deste tipo na justiça o tempo que você pode gastar é de 6mese a 5 cinco anos e esta ação que você pode mover você não vai entrar contra o seu vizinho barulhento mas sim contar a construtora que construiu o edifício sem nem uma condição para o barulho.
Um do fatores principais que levam uma pessoa que mora em um condomínio se queixa de outra e o barulho que esta outra pessoa faz o DR. Waldir Arruda Miranda diz “Um dos principais problemas da vida em condomínios prediais é conviver com o barulho produzido pelos vizinhos. O que muita gente não sabe é que a causa pode ser a própria estrutura da edificação: falta de isolamento acústico adequado nos apartamentos.”ele fala em sua entrevista que os prédios construídos hoje são prédios bastante pequeno e muito próximo um do outro fazendo assim que um ruído acaba passando para outro apartamento ate mesmo sem essa pessoa querer pela falta de planejamento do edifício.
Miranda aprofundou-se nos conflitos causados por ruídos excessivos, e pesquisou as leis e decisões judiciais brasileiras sobre o assunto. Assim, juntou material que abrange desde problemas entre vizinhos ate os incômodos causados por bailes carnavalescos. Segundo Miranda; “Não precisamos conviver com o barulho, e temos recursos para lutar. Mas o direito não cai no colo de ninguém. É preciso buscar por ele.".Muitas pessoas hoje que moram em apartamento estão passando por isso e mal sabem elas que elas tem uma lei a favor delas para ajudá-las a resolver esse problema ensurdecedor. O Tribunal de pequenas causas vem realizando por mês no mínimo duas audiências sobre o assunto. Hoje para você mover uma causa deste tipo na justiça o tempo que você pode gastar é de 6mese a 5 cinco anos e esta ação que você pode mover você não vai entrar contra o seu vizinho barulhento mas sim contar a construtora que construiu o edifício sem nem uma condição para o barulho.
terça-feira, 5 de junho de 2007
Máfia das Ambulâncias
Documentos apontam envolvimento de Serra na máfia das ambulâncias
Na última quinta feira, os empresários Darci Vedoin e seu filho Antonio Luiz, donos do grupo empresarial Planam - flagrado pela Polícia Federal em um esquema de compras superfaturadas de ambulâncias, entregaram à defensoria pública documentos que sugerem a participação dos ex-ministros da saúde Jose Serra e seu sucessor Barjas Negri na máfia das ambulâncias.
Os documentos entregues no último dia 14 incluem extratos bancários referentes a depósitos feitos pelo grupo Planam, relação de emendas feitas no Orçamento da União, cópias de cheques emitidos pela Klass - uma das companhias do grupo, dentre outros. As informações contidas neste acervo mostram a facilidade com que a verba era aprovada para a compra das ambulâncias. Em um oficio datado de 13 de dezembro de 2001, o então secretário executivo Barjas Negri recorre, por determinação do senhor ministro Jose Serra, ao Fundo Nacional de Saúde com um pedido de elaboração de um convênio para liberar recursos referentes à compra das ambulâncias.
A apresentação de tais documentos fez surgir um novo nome no caso investigado pela CPI dos Sanguessugas. Trata-se de Abel Pereira, empresário do ramo de construção civil em Piracicaba, SP. Segundo Darci Vedoim, Abel agia em nome do próprio ministro Barjas Negri, quando o mesmo assumiu o ministério após a saída de Serra em 2002. Os cheques emitidos pela Klass eram entregues diretamente a Abel, que passou a ser o responsável pela liberação dos recursos, mesmo não tendo nenhum cargo político. Ainda de acordo com Darci, era o empresário Abel Pereira quem indicava as contas que deveriam ser depositadas o orçamento liberado pelo ministério.
A família Vedoin afirma que o período de gestão do PSDB facilitou muito o esquema administrado pelos empresários. Os parlamentares tucanos aprovavam as licitações com tamanha velocidade que várias ambulâncias foram entregues antes mesmo do dinheiro ser liberado. Os documentos provam que entre 2000 e 2004 foram comercializadas pela Planan 891 ambulâncias.
CPI dos Sanguessugas
A Comissão Parlamentar de Inquérito investiga a quadrilha desmontada em maio pela Polícia Federal que fraudava a venda de ambulâncias para municípios de diversos estados do país. O esquema, iniciado em 1998, era administrado pela família Trevisan Vedoin, dono do grupo de empresas Planan. O chefe da família, Jose Darci Vedoin, sugeria um acordo com prefeitos interessados na compra de ambulâncias sem as complicações burocráticas convencionais. Com o consentimento do prefeito, Darci Vedoin acionava seus contatos parlamentares que apresentavam emendas a deputados e senadores que aprovavam com maior velocidade a liberação da verba. A Planan entrava com a montagem das ambulâncias, que nem sempre eram adaptadas para atendimentos emergenciais de grande porte. Os parlamentares ficavam em média com 10% do valor direcionado ao grupo empresarial. Após passarem 80 dias presos, Jose Darci Vedoin e seu filho Luiz Antonio Vedoin, foram agraciados pela Delação Premiada, benefício previsto no Código Penal Brasileiro desde 1995. Através de um acordo feito com a Justiça Federal, os Vedoin foram liberados mediante a colaboração nas investigações de propinas pagas a deputados federais e senadores. Além de apresentarem provas de tais “molhaduras”, pai e filho devem, também, delatar cada detalhe do esquema da máfia das ambulâncias.
Thiago Fraiz
Na última quinta feira, os empresários Darci Vedoin e seu filho Antonio Luiz, donos do grupo empresarial Planam - flagrado pela Polícia Federal em um esquema de compras superfaturadas de ambulâncias, entregaram à defensoria pública documentos que sugerem a participação dos ex-ministros da saúde Jose Serra e seu sucessor Barjas Negri na máfia das ambulâncias.
Os documentos entregues no último dia 14 incluem extratos bancários referentes a depósitos feitos pelo grupo Planam, relação de emendas feitas no Orçamento da União, cópias de cheques emitidos pela Klass - uma das companhias do grupo, dentre outros. As informações contidas neste acervo mostram a facilidade com que a verba era aprovada para a compra das ambulâncias. Em um oficio datado de 13 de dezembro de 2001, o então secretário executivo Barjas Negri recorre, por determinação do senhor ministro Jose Serra, ao Fundo Nacional de Saúde com um pedido de elaboração de um convênio para liberar recursos referentes à compra das ambulâncias.
A apresentação de tais documentos fez surgir um novo nome no caso investigado pela CPI dos Sanguessugas. Trata-se de Abel Pereira, empresário do ramo de construção civil em Piracicaba, SP. Segundo Darci Vedoim, Abel agia em nome do próprio ministro Barjas Negri, quando o mesmo assumiu o ministério após a saída de Serra em 2002. Os cheques emitidos pela Klass eram entregues diretamente a Abel, que passou a ser o responsável pela liberação dos recursos, mesmo não tendo nenhum cargo político. Ainda de acordo com Darci, era o empresário Abel Pereira quem indicava as contas que deveriam ser depositadas o orçamento liberado pelo ministério.
A família Vedoin afirma que o período de gestão do PSDB facilitou muito o esquema administrado pelos empresários. Os parlamentares tucanos aprovavam as licitações com tamanha velocidade que várias ambulâncias foram entregues antes mesmo do dinheiro ser liberado. Os documentos provam que entre 2000 e 2004 foram comercializadas pela Planan 891 ambulâncias.
CPI dos Sanguessugas
A Comissão Parlamentar de Inquérito investiga a quadrilha desmontada em maio pela Polícia Federal que fraudava a venda de ambulâncias para municípios de diversos estados do país. O esquema, iniciado em 1998, era administrado pela família Trevisan Vedoin, dono do grupo de empresas Planan. O chefe da família, Jose Darci Vedoin, sugeria um acordo com prefeitos interessados na compra de ambulâncias sem as complicações burocráticas convencionais. Com o consentimento do prefeito, Darci Vedoin acionava seus contatos parlamentares que apresentavam emendas a deputados e senadores que aprovavam com maior velocidade a liberação da verba. A Planan entrava com a montagem das ambulâncias, que nem sempre eram adaptadas para atendimentos emergenciais de grande porte. Os parlamentares ficavam em média com 10% do valor direcionado ao grupo empresarial. Após passarem 80 dias presos, Jose Darci Vedoin e seu filho Luiz Antonio Vedoin, foram agraciados pela Delação Premiada, benefício previsto no Código Penal Brasileiro desde 1995. Através de um acordo feito com a Justiça Federal, os Vedoin foram liberados mediante a colaboração nas investigações de propinas pagas a deputados federais e senadores. Além de apresentarem provas de tais “molhaduras”, pai e filho devem, também, delatar cada detalhe do esquema da máfia das ambulâncias.
Thiago Fraiz
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